Golpe do Uber j√° afetou mais de 40 mil brasileiros

Resultado de imagem para golpe do uberUm novo golpe usando cupom de desconto falso da Uber já afetou mais de 40 mil brasileiros, de acordo com a empresa de segurança digital ESET.

O link malicioso divulgado nas redes sociais e WhatsApp leva a uma falsa página de cadastro no serviço da Uber, prometendo um desconto no valor de 100 reais em corridas no aplicativo de transporte individual urbano.

Depois de preencher os dados, a v√≠tima √© direcionada para a p√°gina oficial de login da Uber. As informa√ß√Ķes dadas no site falso s√£o roubadas, uma t√©cnica de engenharia social chamada phishing. Veja tamb√©m: 66% dos brasileiros recebem spam por SMS toda semana

Segundo o site Converg√™ncia Digital, a ESET recomenda sempre desconfiar de promo√ß√Ķes muito vantajosas como essa.

No passado, a Uber já ofereceu descontos de 50 reais, 20 reais e agora dá 10 reais de créditos em duas viagens para novos usuários de seu aplicativo.

Fonte: exame.abril.com.br Рgolpe-do-uber-ja-afetou-mais-de-40-mil-brasileiros

House of Cards, Operação Lava Jato e Caso JBS

Muitas semelhan√ßas, muitas coincidencias, e quest√Ķes que est√£o longe de terminar, a serie House of Cards da Netflix, esta em sua quinta temporada (j√° assisti) e n√£o acabou ainda, e nossas series est√£o longe de um final, at√© quando vamos ficar esperando o final, se √© que teremos um final.

N√£o consigo mais acompanhar de perto as noticias, pois a podrid√£o est√° explicita, e me sinto humilhado nos valores que foram negociados e pela cara de pau dos envolvidos, falta muito carater para essas pessoas, e como boa parte deles legisla em causa propria, me preocupa o final.

Achamos que com o mensalão seria um divisor de aguás, furou total. Agora o petrolão, esta longe de finalizar, e quando achavamos que teriamos um folga vem a delação da JBS, onde vamos parar.

Por Marcos Assi

Custo da Corrup√ß√£o na Brasil – Organiza√ß√Ķes criminosas deixam rombo de R$ 123 bi

Resultado de imagem para custo da corrup√ß√£o no brasil 2017Em quatro anos, a Pol√≠cia Federal deflagrou 2.056 opera√ß√Ķes contra organiza√ß√Ķes criminosas que provocaram preju√≠zos estimados em R$ 123 bilh√Ķes ao Pa√≠s. Os n√ļmeros revelam que o maior rombo n√£o √© o apurado pela Lava Jato, mas o causado pelas fraudes nos fundos de pens√£o investigadas na Opera√ß√£o Greenfield, que alcan√ßam R$ 53,8 bilh√Ķes ou quatro vezes o valor de R$ 13,8 bilh√Ķes desviados pelo esquema que agiu na Petrobr√°s.

Esse quadro √© o resultado da conta feita pelos investigadores federais com base em valores de contratos fraudulentos, impostos sonegados, crimes financeiros e cibern√©ticos, verbas p√ļblicas desviadas e at√© mesmo danos ambientais causados por empresas, madeireiras e garimpos. Tudo misturado ao pagamento de propina a agentes p√ļblicos e pol√≠ticos.

Os dados são da Diretoria de Investigação e Combate ao Crime Organizado (Dicor), da PF, e foram obtidos pelo Estado por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).

Segundo especialistas em m√°fias e grupos criminosos, a an√°lise dos n√ļmeros mostra a mudan√ßa do perfil do trabalho da PF, priorizando a investiga√ß√£o patrimonial das organiza√ß√Ķes. ‚ÄúH√° uma tend√™ncia das investiga√ß√Ķes em se preocupar mais com os aspectos patrimoniais do que acontecia h√° 5 anos, quando se pensava s√≥ em autoria e materialidade‚ÄĚ, afirmou o procurador da Rep√ļblica Andrey Borges de Mendon√ßa.

De fato, nos √ļltimos tr√™s anos, esse montante cresceu ano a ano, partindo de R$ 6,8 bilh√Ķes em 2014 at√© atingir R$ 80 bilh√Ķes em 2016, um aumento de 1.068%. Os valores sequestrados ou recuperados com as opera√ß√Ķes tamb√©m aumentaram ano a ano. Em 2013, a Dicor listou R$ 6 milh√Ķes. J√° no seguinte ‚Äď in√≠cio da Lava Jato ‚Äď esse n√ļmero subiu para R$ 2,6 bilh√Ķes e, em 2016, atingiu R$ 12,4 bilh√Ķes.

‚ÄúIsso tamb√©m mostra as prioridades adotadas pela Pol√≠cia Federal‚ÄĚ, disse o juiz aposentado e ex-secret√°rio nacional antidrogas W√°lter Maierovitch, que participou como perito convidado da Conven√ß√£o de Palermo. Organizada pelas Na√ß√Ķes Unidas em 2000, a conven√ß√£o, da qual o Brasil √© signat√°rio, definiu as regras de combate ao crime organizado.

Escalada semelhante de valores pode ainda ser observada naquilo que os agentes federais chamam de ‚Äúpreju√≠zos evitados‚ÄĚ, quando a opera√ß√£o interrompe a pr√°tica de crimes, antes que eles se consumem. Nesse caso, os valores subiram de R$ 2,8 bilh√Ķes em 2014 para chegar a R$ 59,1 bilh√Ķes em 2016 ‚Äď e j√° teriam atingido R$ 12,4 bilh√Ķes no primeiro trimestre deste ano. ‚ÄúO objetivo √© asfixiar essas organiza√ß√Ķes, pois n√£o adianta nada investigar autoria e materialidade se n√£o se consegue recuperar o patrim√īnio‚ÄĚ, disse Mendon√ßa.

Al√©m do enfoque na descoberta e no sequestro dos bens das organiza√ß√Ķes criminosas, os n√ļmeros tamb√©m mostrariam o efeito da dissemina√ß√£o do estilo de investiga√ß√£o adotado pela Lava Jato, em Curitiba, com a cria√ß√£o de for√ßas-tarefa envolvendo diversos √≥rg√£os.

‚ÄúO que a for√ßa-tarefa de Curitiba trouxe √© essa forma nova de investigar‚ÄĚ, disse Mendon√ßa, que participa da for√ßas-tarefa da Lava Jato e hoje atua nas Opera√ß√Ķes Greenfield e Custo Brasil, que investiga fraudes e corrup√ß√£o no Minist√©rio do Planejamento no governo Luiz In√°cio Lula da Silva.

Para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Claudio Lamachia, a PF tem de cumprir seu papel e sua miss√£o em todos os aspectos e espectros onde tem criminalidade dentro de sua compet√™ncia. ‚Äú√Č isso o que a sociedade espera da corpora√ß√£o.‚ÄĚ

E s√£o muito os afetados. Quase 2 milh√£o de benefici√°rios de fundos de pens√£o investigados na Greenfield tiveram de arcar com parte dos preju√≠zos gerados. ‚ÄúA gente se sente impotente diante de tudo o que aconteceu e √© preciso botar a boca no trombone para n√£o ocorrer outra vez‚ÄĚ, disse Suzy Cristiny Costa, da Fentect, federa√ß√£o do servidores dos Correios.

Imagem relacionadaRanking. Entre os dez maiores preju√≠zos investigados pela PF, al√©m dos apurados pela Greenfield e Lava Jato, est√£o os causados pelas organiza√ß√Ķes criminosas que s√£o alvo das Opera√ß√Ķes Acr√īnimo, que apura o desvio de verbas e financiamento il√≠cito de campanhas eleitorais, e Zelotes, que averigua crimes tribut√°rios e corrup√ß√£o no Conselho de Administra√ß√£o de Recursos Fiscais (Carf), √≥rg√£o do Minist√©rio da Fazenda.

H√° ainda os casos envolvendo as Opera√ß√Ķes Enredados ‚Äď R$ 5,1 bilh√Ķes de preju√≠zo ‚Äď em que os agentes federais apuraram crimes ambientais e pagamento de propinas no extinto Minist√©rio da Pesca, e esquemas de fraudes tribut√°rias, contrabando e evas√£o de divisas apurados nas Opera√ß√Ķes Celeno, Valeta e Huno. A lista √© completada pela Janus, que verifica supostas fraudes no financiamento do BNDES para obras da Odebrecht em Angola.

Fonte: politica.estadao.com.br Рorganizacoes-criminosas-deixam-rombo-de-R$123-bi

Zumbis com celulares nas m√£os

Ilustra√ß√£o Steve Cutts ‚Äď http://www.stevecutts.com/

Outro dia, estava andando na Barão de Itapetininga, em direção ao teatro Municipal. Na rua cheia de gente, desviava de vendedores de loteria, de homens-sanduíche com ofertas de emprego, de cantores religiosos, mas me intriguei com um homem que vinha andando em minha direção, segurando um celular.

Ele olhava fixamente para aparelho. Ao mesmo tempo, teclava, passava o dedo na tela, falava consigo mesmo, e parecia esperar do celular uma resposta para algum problema muito grave, urgente mesmo, a ponto de ignorar a Barão de Itapetininga, os vendedores, os homens-sanduíche, os cantores, e eu.

Quanto mais intensamente segurava o celular, mais rápido rápido andava em minha direção. Não sei porque, mas resolvi que não iria sair da frente.  Talvez achasse ridículo um adulto andar sem olhar para seu caminho, talvez estivesse curioso para ver até ver onde ele iria.

Pois ele continuou andando e olhando para o celular até que, a uns poucos centímetros de mim, estancou. Olhou-me irritado, como se eu tivesse invadido seu mundo virtual. Parecia querer dizer algo, mas desistiu e olhou para seu celular. E seguiu em frente, embora, resmungando algo incompreensível em língua de zumbi.

Isso anda acontecendo em toda a parte. Todo psic√≥logo, antrop√≥logo, soci√≥logo j√° estudou e escreveu sobre o celular e a nova sociedade contempor√Ęnea. Como, ao mesmo tempo em que ele nos conecta com quem est√° longe, nos afasta de quem est√° perto. Como, numa sala de espera, a pessoa fica acometida de uma solid√£o invenc√≠vel, em meio √† multid√£o conectada.

Pensando nisso, num vag√£o do metr√ī, resolvo olhar para as telas para descobrir o que pode ser t√£o absorvente e urgente. Vejo joguinhos. Aparentemente, h√° bolinhas coloridas que encostam em outras bolinhas e que depois explodem. Vejo caixinhas de di√°logos recheadas de figurinhas, cora√ß√Ķes, carinhas. Vejo fotos, muitas fotos, v√≠deos de gatos e pandas, e ou√ßo m√ļsica que vaza dos fones.

Concluo que não há nenhuma urgência, há apenas o vício.

Essas pessoas sobem as escadas rolantes olhando para a tela e trope√ßam no √ļltimo degrau. Elas¬†chegam a uma esquina e n√£o conseguem decidir se seguem ou se param. Outras estancam na frente do caixa e ficam boquiabertas diante da¬†pergunta: ‚Äúquer nota fiscal?‚ÄĚ. Vi uma mo√ßa numa fila da farm√°cia. Acho que ela ainda est√° l√°, parada, lambendo a tela com o dedo, enquanto a atendente tenta faz√™-la lembrar do c√≥digo do programa de fidelidade.

Uma cidade na Holanda resolveu ajudar os pedestres distraídos com seus aparelhos, a não morrerem atropelados. Na beirada da calçada, instalaram uma luz forte, no chão, que alerta para o perigo.

O problema maior, porém, é quando a pessoa que olha o celular está dirigindo.

Entre a maquininha de 200 gramas e a máquina de uma tonelada, o sujeito escolhe a primeira.  E o carro fica na mão de um zumbi.

Alguns, em estado mais avançado de dependência, começam a teclar, antes do carro parar totalmente e não vêem a faixa, os pedestres, os outros carros. Só a tela, com o monstrinho que come as frutinhas coloridas, ou a mensagem com o homenzinho amarelo sorrindo.

E quando batem o carro, ou atropelam alguém, não se dão conta de que cometeram um crime. Afinal, eles tinham que abrir o vídeo dos patinhos que atravessam a rua em Los Angeles pois nada parecia ser mais importante naquele momento.

Por Mauro Calliari

Fonte: estadao.com.br/blogs/caminhadas-urbanas/zumbis-com-celulares-nas-maos/

Blockchain: Prós e contras da tecnologia que afetará o nosso futuro

Resultado de imagem para blockchainFalar em Blockchain √© falar em pol√™mica. Ainda mais nas √ļltimas semanas – ap√≥s o grande ciberataque que ocorreu no mundo todo – e destacou um grande ponto contra, o anonimato. Mas n√£o podemos perder de vista que se trata de uma tecnologia reconhecida como a mais influente para o futuro dos neg√≥cios.

Sua hist√≥ria vem desde 2008, quando o Blockchain foi apresentado como uma forma de aumentar a seguran√ßa cibern√©tica e transformar a maneira como pessoas e empresas fazem transa√ß√Ķes eletr√īnicas.

A segurança na adoção da tecnologia pelas empresas é uma de suas características mais fortes, uma vez que os dados são distribuídos em rede e não centralizados em um só servidor.

Na pr√°tica, isso minimiza significativamente as amea√ßas por hackers, que para invadir uma fonte de dados precisariam entrar em todos os computadores que distribuem as informa√ß√Ķes ao mesmo tempo. Por exemplo: se todas as empresas que sofreram com os ataques do √ļltimo dia 12 de maio utilizassem Blockchain, a invas√£o hacker provavelmente n√£o teria acontecido, pois seria necess√°rio um alto poder computacional para ultrapassar os milhares de c√≥digos criptografados em cada um desses pontos distribu√≠dos pela rede.

√Č por isso que muitos especialistas consideram que o Blockchain n√£o √© apenas uma tecnologia disruptiva, mas algo fundamental para todos os neg√≥cios por fornecer uma estrutura segura para qualquer transa√ß√£o e de qualquer valor.

√Č tamb√©m uma tecnologia que pode ser aplicada em qualquer neg√≥cio, mas destaco dois casos em que pode ser bem utilizada e fazer a diferen√ßa: nas institui√ß√Ķes banc√°rias e em departamentos governamentais. No primeiro caso, √© sabido que os sistemas banc√°rios atuais s√£o vulner√°veis¬†‚Äč‚Äč√† fraude.¬†No final de 2016, um grupo de¬†hackers assumiu o controle de¬†todas as opera√ß√Ķes online e de autoatendimento de um grande banco no Brasil, por cerca de seis horas. Eles obtiveram senhas, n√ļmeros de cart√£o de¬†cr√©dito e outras informa√ß√Ķes privadas. Dessa forma, muitos usu√°rios, sem saber, ao fazer o login no portal do banco foram redirecionados para r√©plicas falsas do site com suas senhas verdadeiras. Foi como tirar doce da m√£o de crian√ßas.

Com o Blockchain, n√£o seria necess√°rio haver um banco online, pois as informa√ß√Ķes de valor n√£o teriam um ponto de acesso centralizado, neste caso o site do banco. Com isso, os hackers n√£o conseguiriam obter tanta informa√ß√£o de tantas pessoas no curto per√≠odo de horas.

Outro caso real, e que deveria virar um filme, foi o de funcion√°rios do governo americano que estavam investigando os crimes praticados no Silk Road, maior site ilegal de vendas de drogas online da DeepWeb, quando¬†descobriram que os pr√≥prios agentes federais eram os criminosos e estavam tentando encobrir as evid√™ncias e provas da fraude, se assegurando do fato de que muitos dados do poder p√ļblico s√£o descentralizados. Foi a natureza imut√°vel e imprevis√≠vel do Blockchain que permitiu que o esquema fosse enfim descoberto.

Mas como nada √© perfeito, existem sim algumas maneiras dos hackers invadirem sistemas de Blockchain. Primeiro, h√° possibilidades de falhas e corrup√ß√Ķes humanas e, em segundo, √© poss√≠vel que hajam falhas em algum ponto desabilitado da rede e prejudicar a comunica√ß√£o entre todos.

J√° no que diz respeito a bitcoins, a cibermoeda que pioneiramente inaugurou o uso do blockchain no mundo, embora seja uma moeda segura para usar contra infla√ß√£o ou desvaloriza√ß√£o, a mesma pode ser alvo de golpes. Um exemplo disso s√£o os sabidos sequestros de dados de empresas em mais de 150 pa√≠ses h√° algumas semanas. √Č o ponto fraco do anonimato das transa√ß√Ķes, que pode favorecer os mais maliciosos.

Em suma, a tecnologia Blockchain possui muitos pr√≥s e contras que, muitas vezes, se intercalam ou at√© mudam de lado a depender do ponto de vista de quem analisa. A seu favor, destaco a possibilidade de transferir legalmente qualquer valor de forma segura e confidencial, os dados s√£o conferidos por uma vasta rede, h√° seguran√ßa de n√£o ter valores congelados no caso de uma crise econ√īmica, como pode acontecer com quem aplica dinheiro em institui√ß√Ķes financeiras tradicionais, n√£o haveria mais a necessidade de intermedi√°rios como bancos, advogados ou governo, as transa√ß√Ķes s√£o irrevers√≠veis e h√° a potencial valoriza√ß√£o dos bitcoins, ao longo do tempo.

Entre os contras, podemos citar a quest√£o do anonimato que pode ser mal-usado por criminosos digitais, o fato de ainda haver resist√™ncia por parte de governos ou empresas que n√£o entendem a tecnologia e n√£o sabem us√°-la para transfer√™ncia de valores, o desemprego de profissionais que trabalham em institui√ß√Ķes que servem de intermedi√°rios nessas opera√ß√Ķes tradicionais e o fato das transa√ß√Ķes serem irrevers√≠veis – que pode ser negativa em determinados casos, em especial nas fraudes.

O Blockchain tem potencial para tornar muitas institui√ß√Ķes obsoletas, por isso sua aceita√ß√£o e aplica√ß√£o em larga escala pode levar mais tempo que os entusiastas da tecnologia gostariam. Haver√° muita resist√™ncia ainda, mas, para ser justo, no entanto, as institui√ß√Ķes atuais s√£o propensas a erro humano, fraude e corrup√ß√£o, abrindo porta para novas e mais seguras maneiras de realizar transa√ß√Ķes.

Do setor bancário ao de seguros, temos a certeza que iremos testemunhar uma drástica mudança à medida que as empresas começam a adotar essa tecnologia. Isso pode levar um tempo ainda, mas é fato que se as empresas desejam permanecer competitivas no mercado em que atuam, precisam começar a se preparar para sua adoção, a fim de permanecer na vanguarda do mundo dos negócios.

Por: Vicente Goetten é diretor executivo do TOTVS Labs

Fonte: cio.com.br – blockchain-os-pros-e-contras-da-tecnologia-que-afetara-o-nosso-futuro